terça-feira, 19 de junho de 2012

Minho: Guimarães - Ponte do Lima - Barcelos - Valença - Viana do Castelo



Saimos de Sabrosa logo de manhã em direção à vila de Ponte do Lima, quase 200 km de distância.

Paramos em Guimarães onde visitamos o Castelo e o centro histórico e depois passamos em Barcelos a cidade do galo, um dos símbolos de Portugal.







Guimarães - jardins





Castelo de Guimarães







Guimarães - Centro histórico












Barcelos











Em Ponte do Lima fomos jantar no restaurante Casa do Provedor por indicação recebida de um português no passeio de barco do Douro.

Eu comi um prato regional que é o cabrito guisado com batata assada.  Estava maravilhoso, mas fiquei de olho em um prato que estava no cardápio mas precisava ser encomendado: arroz de coelho bravo (é caçado). Fizemos a encomenda para o jantar do dia seguinte. Estava maravilhoso. O sabor não se compara com o coelho criado em cativeiro.





























Saimos para Valença que fica a 70 km de Ponte do Lima, e faz fronteira com a Espanha (Tuy fica do outro lado do rio Minho). É o paraiso das compras para as mulheres, principalmente cama, mesa e banho que são de excelente qualidade e tem preços inacreditáveis. Tem também produtos em cobre e vinhos (3 garrafas de Alvarinho por 15 euros). Tomamos uma taça na hora da pausa para lanche quando comemos um prego (sanduiche de pão com bife). Teve gente que comeu dois pregos de tão macia que estava a carne.



Depois de encher a mala do carro de compras fomos para Viana do Castelo, cidade que fica no litoral onde uma das viajantes encontrou a Casa dos Costa Barros, possivelmente origem fa familia que foi para o Brasil.







Brasão da casa da  familia Costa Barros em Viana do Castelo.

domingo, 17 de junho de 2012

Trás os Montes e Alto Douro: Pinhão, Lamego, Murça e Mirandela


Reservamos os dois últimos dias em Trás os Montes e Alto Douro para conhecer alguns pontos de interesse da região.

Na sexta fizemos um passeio de duas horas pelo rio Douro saindo da vila de Pinhão em um barco rabelo que antigamente era usado para levar o vinho da região do Douro para as caves de Vila Nova de Gaia. Éramos 9 passageiros: 5 brasileiros, dois portugueses e um casal jovem que se comunicava em inglês.



Barco rabelo, parada na foz do rio Tua.























Vila do Pinhão - Vintage


Além de hotéis do padrão do Vintage, também há na região a possibilidade de hospedagem mais em conta. É o turismo de habitação onde casas antigas foram transformadas para hospedar pessoas que gostam de um convívio mais próximo com os donos da casa com conforto e privacidade. Em Valença do Douro tem uma dessas casas de hospedagem.




A Cidade de Lamego.

A catedral da Sé tem uma torre do século XII.
Na rua atrás da Sé tem o restaurante Adega do Matos que serve um delicioso arroz de chouriço (espécie de paio).


Visita à Quinta do Tedo para degustar o vinho do Porto. Destaque para o Vintage, um vinho que pode envelhecer na garrafa por muitos anos mas depois de aberto deve ser consumdo imediatamente.



Estação de comboio do Pinhão.


Murça, a cidade do vinho Porca de Murça e de muito bom azeite.

Mirandela, famosa pelos presuntos (tipo parma) e pelas alheiras.


                                                        Rio Tua em Mirandela

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Trás os Montes - Francelos e Alijó

Saimos de Sabrosa em direção a Francelos, a aldeia onde nasceram os protagonistas deste blog. Seria um dia de encontros, de emoções e de lágrimas, umas contidas, outras não.
O reencontro com a escola, hoje desativada.


A casa onde viveram será restaurada.











O almoço foi na casa da prima que já morou no Brasil e hoje reside em Francelos com o marido que é de Cinfães do Douro. O arroz de ervilhas colhidas na horta estava divino.

O presunto, o vinho são preparados em casa.
  
À esquerda, a casa onde nasceu Alzira.
 
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 As cerejeiras.



 

As casas de antigamente.

 
 A Quinta do Morais




Na quarta feira almoçamos na Quinta do Morais onde se produz vinho e frutas. Comemos as alheiras feitas pela prima e tomamos o vinho tinto Rio  Pequeno que ganhou medalha de prata em Bruxelas e é produzido pelo genro que é enólogo.















Vila de Alijó, a 15 km de Francelos




Alijó - Tributo ao trabalhador das vindimas do Alto Douro.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Trás os Montes e Alto Douro




Alugamos dois carros no Porto e saimoso  por volta das 11:30. São pouco mais de 100 km até Vila Real onde almoçamos no restaurante O Espadeiro que fica na parte alta da cidade e tem estacionamento. Comida boa, atendimento gentil e preço honesto. Além do bacalhau com natas e do bacalhau assado, escolhemos a costela de vitela que estava suculenta e macia.




Vila Real, casa onde nasceu Diogo Cão.





Sabrosa, pequena vila do Alto Douro que fica a 30 km de Vila Real entre as plantações das uvas que fazem o vinho do Porto.

Hotel Solar dos Canavarros em Sabrosa.



O Porto


Chegamos ao Porto domingo às 17 horas depois de uma conexão em um vôo da TAP a bordo de um avião Embraer. Deixamos as malas no hotel e descemos pela rua da Alegria até a baixa do Porto.


Jantamos no retaurante Forno Velho que fica em um hotel 4 estrelas recentemente restaurado próximo à Ribeira.

O prato escolhido foi o tradicional bacalhau servido com um vinho branco. Bom preço e boa comida para começar a a viagem.





Era domingo e a região da Ribeira fervilhava de jovens e turistas.





Nas fotos acima e ao lado, temos o rio Douro e a ponte da Arrábida



Na segunda feira, já bem descansados, começamos nosso passeio pelo Mercado do Bolhão, um mercado tradicional de verduras, frutas, legumes, flores, carnes, etc. Na hora do almoço voltamos para comer uma comida simples mas honesta: pescada cozida com legumes e batata , sardinha assada com batata cozida e azeite. O preço médio dos pratos foi 4 euros.

                                                                                                                                                                                                    

O Porto está muito bem preparado para receber turistas. O ônibus ao lado é daqueles que fazem o trajeto por todos os pontos turísticos da cidade. Compra-se o bilhete que vale por 24 horas e se desce nos pontos de interesse. a cada 30 minutos ele passa, entre 10 e 17 horas.
O Metro é novo e muito eficiente. Pode-se comprar o bilhete em máquinas em qualquer estação mas é necessário validá-lo antes de embarcar. Não há roletas nem ninguém para controlar o uso mas se um fiscal aparecer e o bilhete não estiver validado a multa é grande.

O Café Majestic é tradicional no Porto. Fica na rua de Santa Catarina. Depois de entrar em várias lojas decidimos parar para comer um doce, tomar uma água e um café. Os doces escolhidos foram o Toucinho do céu, as Rabanadas com calda de ovos e nozes e a água não poderia deixar de ser a das Pedras.         



A estação de comboios de São Bento com os tradicionais azulejos.



O rio Douro visto da ponte da Arrábida.